Imprensa espanhola destaca a vitória do Partido Popular face ao PSOE, tanto nas eleições municipais como nas regionais.
O Partido Popular (PP) é o grande vencedor das eleições municipais de hoje em Espanha, com 37,59 por cento dos votos, quando estão escrutinados quase 98 por cento dos votos, batendo o PSOE, que registou o seu pior resultado de sempre. O secretario-geral do PSOE, José Luís Rodriguez Zapatero, admitiu a "clara" derrota dos socialistas nas eleições municipais e autonómicas que se realizaram hoje em 13 das 17 comunidades de Espanha.O PSOE perdeu a Estremadura e Castilla La Mancha para o PP e a cidade de Barcelona para a CIU, feudos onde governava há 32 anos.
O Presidente do Governo espanhol assumiu esta derrota como "um castigo" e considerou que o mesmo se deve a uma "má explicação da origem e da natureza da crise" que se abateu sobre Espanha. "Tivemos que tomar medidas difíceis para combater os efeitos da crise e acelerar reformas para mudar o modelo produtivo", disse.
Recusando a antecipação das eleições legislativas previstas para Março do próximo ano, Zapatero explicou que "o respeito pelos tempos é um bom princípio" e que, neste momento, "é necessário avançar com reformas para a criação de emprego que em breve vão chegar ao Parlamento". O dirigente socialista assegurou que continuará a "trabalhar para obter as maiorias parlamentares que nos permitam levar por diante todas as reformas que temos de concretizar".
Zapatero anunciou no passado dia 2 de Abril que não seria candidato nas próximas eleições gerais, o processo para a escolha do seu sucessor irá ser analisado ao longo da próxima semana, segundo avançou o próprio.
PP vence, PSOE regista o pior resultado de sempre
Entre os muitos combates municipais perdidos hoje pelo PSOE destaca-se a perda da autarquia da 2.ª e 3.ª maiores cidades do país, Barcelona (para a CiU) e Sevilha (para o PP), além da perda de autarquias no País Basco, no caso San Sebastian para a coligação Bildu.
O secretario-geral do PSOE, José Luís Rodriguez Zapatero, admitiu a "clara" derrota dos socialistas nas eleições municipais e autonómicas que se realizaram hoje em 13 das 17 comunidades de Espanha.O PSOE perdeu a Estremadura e Castilla La Mancha para o PP e a cidade de Barcelona para a CIU, feudos onde governava há 32 anos.
O Presidente do Governo espanhol assumiu esta derrota como "um castigo" e considerou que o mesmo se deve a uma "má explicação da origem e da natureza da crise" que se abateu sobre Espanha. "Tivemos que tomar medidas difíceis para combater os efeitos da crise e acelerar reformas para mudar o modelo produtivo", disse.
Recusando a antecipação das eleições legislativas previstas para Março do próximo ano, Zapatero explicou que "o respeito pelos tempos é um bom princípio" e que, neste momento, "é necessário avançar com reformas para a criação de emprego que em breve vão chegar ao Parlamento". O dirigente socialista assegurou que continuará a "trabalhar para obter as maiorias parlamentares que nos permitam levar por diante todas as reformas que temos de concretizar".
Zapatero anunciou no passado dia 2 de Abril que não seria candidato nas próximas eleições gerais, o processo para a escolha do seu sucessor irá ser analisado ao longo da próxima semana, segundo avançou o próprio.
PP vence, PSOE regista o pior resultado de sempre
Entre os muitos combates municipais perdidos hoje pelo PSOE destaca-se a perda da autarquia da 2.ª e 3.ª maiores cidades do país, Barcelona (para a CiU) e Sevilha (para o PP), além da perda de autarquias no País Basco, no caso San Sebastian para a coligação Bildu.
O Presidente do Governo espanhol assumiu esta derrota como "um castigo" e considerou que o mesmo se deve a uma "má explicação da origem e da natureza da crise" que se abateu sobre Espanha. "Tivemos que tomar medidas difíceis para combater os efeitos da crise e acelerar reformas para mudar o modelo produtivo", disse.
Recusando a antecipação das eleições legislativas previstas para Março do próximo ano, Zapatero explicou que "o respeito pelos tempos é um bom princípio" e que, neste momento, "é necessário avançar com reformas para a criação de emprego que em breve vão chegar ao Parlamento". O dirigente socialista assegurou que continuará a "trabalhar para obter as maiorias parlamentares que nos permitam levar por diante todas as reformas que temos de concretizar".
Zapatero anunciou no passado dia 2 de Abril que não seria candidato nas próximas eleições gerais, o processo para a escolha do seu sucessor irá ser analisado ao longo da próxima semana, segundo avançou o próprio.
PP vence, PSOE regista o pior resultado de sempre
Entre os muitos combates municipais perdidos hoje pelo PSOE destaca-se a perda da autarquia da 2.ª e 3.ª maiores cidades do país, Barcelona (para a CiU) e Sevilha (para o PP), além da perda de autarquias no País Basco, no caso San Sebastian para a coligação Bildu.
